prisioneira

Vesti minha túnica humana e fiquei prisioneira,
do mundo feito de enganos onde canto e me exalto.
E tu que nunca reparas nem sabes,que sou alma rara.
Sei que me medes,me pesas, me observas,me destilas.
Me revolto,fujo e entristeço.Crio asas e vôo no silêncio,
como a abelha em flor em flor.
Fabricando mel sem ter colméia…
Nasci livre,como o vento,
Eu quero, apesar da minha idade,que este amor sufocado
ainda se expanda.
E dentro da minha ternura
nestes instantes de beleza calma
Presa a este amor confuso
meu ser se transfigura.
Porque sinto que o amor é luz
e a mais alta manifestãção do ser.
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